José Sergio Presti, chegou ao SPFC, trazido pelas mãos do seu primo, o corintiano e Tri-campeão mundial pela seleção brasileira Roberto Rivelino.
O ponta esquerda, driblador, veloz e habilidoso, encantou os diretores do SPFC, e aos 19 anos já era titular absoluto do clube.
Com a camisa Tricolor, foram 353 partidas, 49 gols e 3 títulos, Brasileirão de 1977, Paulistão de 1980 e 1981. O jogador foi aclamado por critica e público, inclusive foi considerado o melhor jogador brasileiro do ano de 1980, ganhando o Premio "Bola de Ouro" da Revista Placar.
As boas atuações com a camisa tricolor levaram Zé Sergio, a seleção brasileira, ele disputou a copa de 1978 na Argentina, onde o Brasil foi considerado o "campeão moral"
A história de Zé Sergio poderia ter sido um pouco diferente, o seu talento nato para driblador não foi devidamente aproveitado por sua seguidas contusões, devido a violência dos seus marcadores. Zé Sergio foi um dos jogadores que mais apanharam em campo no final do anos 70
As vésperas da final do campeonato paulista de 1980, que foi decidido entre SPFC e Santos, aconteceu outro fato que abalou a carreira de Zé Sergio.Ele foi injustamente acusado de ter se dopado, foi flagrado em um exame após uma partida contra a Inter de Limeira, ele havia ingerido o remédio Naldecon, receitado pelo médico do clube, o dr. José Carlos Ricci.
Zé Sergio foi suspenso preventivamente, pelo STJD, e posteriormente absolvido, acabou por disputar as finais contra o Santos.
Mas o estrago já estava feito, a imagem de jogador exemplar fora arranhada, embora jogadores, imprensa e opinião publica, manifestaram apoio ao jogador.
A única voz contraria, a Zé Sergio, foi do "Rei do Futebol" Pelé, que pediu a sua suspensão. Até os dias de hoje Zé Sergio não perdoou o Pelé.
No ano de 1984, Zé Sergio, foi negociado com o Santos, onde foi campeão Paulista daquele ano. Jogou ainda no Vasco e encerrou a carreira no Japão .
Atualmente Zé Sergio trabalha nas divisões de base do SPFC.

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