Voltando com mais uma edição da Galeria de Grandes nomes do SPFC, hoje, relembrarei, a história de mais um grande jogador que defendeu as cores do triclor paulista, ele jogou 292 partidas com a camisa do São Paulo Futebol Clube, é o décimo quarto maior artilheiro da história desse gloriosso clube, esse jogador é Dino Sani.
Dino nasceu em São Paulo, em 23/05/1932, iniciou a sua carreira profissional pelo Palmeiras em 1950, defendeu Palmeiras, XV de Jaú, Comercial – SP, antes de chegar ao São Paulo em 12/02/54.
Dino chegou ao São Paulo, com a difícil missão de substituir um grande nome tricolor, Bauer, integrante da famosa linha média da maquina tricolor, juntamente com Rui e Noronha. Missão, esse que Dino cumpriu com maestria, com seu toque refinado, e um raro talento para goleador, esse jogador, atuando na posição de volante, marcou época na história do São Paulo.
Dino era titular absoluto na maquina tricolor, campeã paulista de 1957, dirigida pelo lendário técnico Bela Guttman. As boas atuações com o manto sagradas tricolor renderam a Dino, a oportunidade de servir a Seleção Brasileira, integrando o grupo que conquistou a primeira copa do mundo para o Brasil, no ano de 1958, Dino atuou como titular da seleção nos três primeiros jogos, dando lugar a Zito.
Após a sua passagem pela seleção brasileira Dino, despertou o interesse do Boca Juniors da Argentina, clube que pagou a quantia exorbitante, para os padrões da época, de Um milhão de dólares, pela sua transferência. Ele ainda atuou por cinco temporadas, como jogador do Milan da Itália sendo campeão, italiano, e da copa dos campeões da Europa, tendo seu nome gravado, na história do clube rosso-nero, como um dos maiores médio-volantes de todos os tempos.
Voltando ao Brasil, Dino foi jogar no Corinthias, clube que iniciou a sua trajetória como técnico de futebol.
Atuação destacada como técnico, Dino teve no Internacional de Porto Alegre, onde conquistou o tri-campeonato gaúcho em 1971/ 72/ 73 ,como técnico Dino dirigiu ainda clubes como Goiás, Palmeiras, Coritiba, Flamengo e Ponte Preta. Também teve aventuras no exterior com Boca Juniors, da Argentina, Peñarol, do Uruguai, Humiuri, do Japão, e seleção do Catar. Com o Peñarol, conquistou um dos títulos mais importantes da carreira, o uruguaio de 1978.
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